quinta-feira, 8 de outubro de 2009

DEPUTADO PAULO MELO ( PMDB ) - Da casinha de sapê a 23 imóveis.

Um patrimônio declarado em 2001 de R$ 1.275.527,54 separa o deputado Paulo Melo (PMDB) do vendedor de cocadas que, aos 11 anos, deixou a família, em Saquarema, a bordo de uma kombi da prefeitura para se aventurar em um até então desconhecido Rio de Janeiro. A lembrança continua estampada na memória do parlamentar: foi para o bairro em que nasceu, agora Porto Novo, que ele voltou, depois de fazer dinheiro na capital. Os lotes que comprou em abril de 1995 por R$ 8 mil se transformaram em uma suntuosa mansão num bairro humilde do município.
Nesse mesmo lugar, há 40 anos havia apenas uma casinha de sapê, que abrigou os dez irmãos, os pais e o próprio deputado. Eram tempos difíceis e relembrados com tristeza por Maria do Nazaré e Fátima, irmãs de Paulo Melo. Elas contam que o irmão sobreviveu os primeiros anos no Rio como engraxate e chegou a morar na rua.

O presente é diferente. Segundo a última declaração de bens entregue ao TRE eram 23 imóveis, sete a mais do que os listados no documento apresentado em 1997. Na Alerj, Melo começou a se projetar ao assumir o cargo de líder do governo Marcello Alencar (1995-1998).

4 comentários:

  1. Ele é muito inteligente, neh...
    Acho que ele aprendeu a fazer mágica com o Mister M...affffffffff
    Trabalho desde os 9 anos de idade e até hoje não tenho casa própria...

    ResponderExcluir
  2. Você é um vitorioso!Cada um tem o que merece.Que Deus sempre te abençoe e te livre dessas pessoas despeitadas.

    ResponderExcluir
  3. Os nativos de saquarema deveriam se orgulha do representante que tem; mais pelo contrario são os que mais criticam o comportamento do nosso deputado.
    Eles deveriam se orgulhar deste vendedor de cocadas chegar onde nenhum saquaremense chegou.
    PARABEM DEPUTADO QUE O CRIADOR TE ILUMINE.
    GABRIEL FERNANDO

    ResponderExcluir
  4. Em Saquarema-RJ aconteceu um fato muito estranho. Antes das eleições era só andar pelas ruas e perguntar em quem o eleitor iria votar que a resposta era unânime: Pedro Ricardo, candidato da oposição. Pois bem, o rapaz perdeu em todas, eu disse todas as 173 urnas da cidade. Perdeu e perdeu de muito. O mais estranho é que hoje, um mês após as eleições, você vai às ruas e os eleitores continuam unânimes em dizer que votaram em Pedro Ricardo. Seria muito mais cômodo pro eleitor dizer que votou na candidata vitoriosa. Mas não, o eleitor bate o pé afirmando que votou no outro. Curiosamente, é difícil encontrar alguém que confirme que votou na candidata vencedora, que coincidentemente é a esposa do deputado estadual Paulo Melo, presidente da ALERJ. Existem vários relatos da internet e inclusive vídeos no YOUTUBE atestando a vulnerabilidade das urnas eleitorais. Está lá pra quem quiser assistir. O fato é que esse triunvirato: Cabral, Zveiter e Paulo Melo atenta contra a democracia. Todos os poderes encontram-se de um lado só da balança, prejudicando a alternância do poder, principal filosofia da democracia. O fato é que não adianta espernear, pois o TSE, por mais que existam evidências que comprovem, jamais irá admitir fraudes em suas 'caixas pretas'. O ideal seria que a urna eletrônica emitisse, também, um cupom onde mostrasse em quem o eleitor votou. E que esse cupom fosse colocado numa urna tradicional ao lado dos mesários, para fins de comprovação posterior. Uma coisa é certa: nenhum outro país no mundo, depois de examinar, quis comprar nosso ‘avançadíssimo, rápido e moderno' método de escrutínio, nem o Paraguai.

    ResponderExcluir